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Actim Prom (Unidade)

ECO Diagnóstica

R$ 150,00

R$ 99,90

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Descrição Resumida
Produto similar ao Amnisure


O teste Actim PROM é um teste qualitativo imunocromatográfico em tira, de interpretação visual para a detecção de liquido amniótico em secreções vaginais durante a gravidez. O Actim PROM detecta IGFBP-1, que é uma proteína presente em grande concentração no fluido amniótico e um marcador de liquido amniótico em amostras vaginais. O teste destina-se ao uso profissional como auxilio ao diagnóstico da ruptura de membranas fetais (ROM) em grávidas.
 

Descrição
Componentes do kit
  • Cada teste Actim PROM é composto  por:
  • Uma zaragatoa (swab) de poliéster esterilizada para colheita da amostra.
  • Um tubo com uma solução de extração da amostra (0,5ml). Esta solução de tampão  fosfato contém albumina sérica bovina (BSA),inibidores de proteases e conservantes. 
  • Uma tira no invólucro de alumínio com secante. 
Conservação

Conservar o kit entre +2 a +25 °c. Conservar fechado. Cada componente do kit pode ser utilizado ate término do prazo de validade indicado no rótulo da embalagem. O kit pode ser conservado até 2 meses entre + 2 a +30 °c contudo não é aconselhável exceder o prazo de validade. Quando retirar a tira do invólucro de alumínio, usá-la imediatamente.

Principio do método

A concentração de IGFBP-1 (insulin-like growth tactor binding protein-1) no liquido amniótico é 100 a 1000 vezes superior ao que existe no soro materno. Normalmente a proteína IGFBP-1 não está presente na vagina, mas após uma eventual ruptura da membrana fetal, o liquido amniótico com uma elevada concentração de IGFBP-1 misturase com as secreções vaginais. No teste Actim PROM, a amostra de secreção vaginal é colhida com uma zaragatoa e, de seguida é colocada no tubo com a solução de extração (0,5ml). A presença de IGFBP-1 na solução detectada através de uma tira,
O teste baseia-se no principio da imunocromatografia. Utiliza dois anticorpos monoclonais específicos para a IGFBP1 humana. Um anticorpo monoclonal está ligado a partículas de látex azuis (o marcador de detecção). O outro anticorpo está imobilizado na membrana de migração para capturar o complexo antígeno anticorpo marcado com látex, indicando um resultado positivo. Quando a parte inferior da tira é mergulhada na amostra extraída absorve o liquido que começa a migrar pela tira. Caso a amostra contenha IGFBP-1, esta se liga aos anticorpos marcados com as partículas de látex. Estas vão migrar através da tira e, se a IGFBP-1 estiver ligada ás mesmas, este complexo vai ligar-se aos anticorpos existentes na membrana, ficando retido. Se a concentração de IGFBP-1 exceder o valor de cut-off do teste, surgirá uma linha azul (linha de teste) na zona de reação da tira. O desempenho correto do teste é confirmado pelo aparecimento de uma segunda linha azul (linha de controle).

Limitações do teste
 
  • Teste para aplicação no diagnóstico ¨in vitro¨.
  • Caso tenha ocorrido uma ruptura da membrana fetal, mas o derrame de liquido amniótico tenha cessado há mais de 12 horas antes da colheita da amostra, a proteína IGFBP-1 poderá ter sido degradada por proteases da vagina, podendo o teste resultar num negativo.
  • Um resultado negativo obtido com o teste indica o estado atual apenas e não pode ser utilizado para prever resultados futuros.

Coleta e preparação da mostra

A amostra consiste num exsudado vaginal que é colocado na solução de extração fornecida na embalagem do kit. A amostra é colhida com uma zaragatoa de poliéster esterilizada (incluída do kit). O exsudado deve ser colhido antes da realização de exames digitais ou ecografias transvaginais. A zaragatoa não pode ter contato com qualquer superfície ou substância antes de colher a amostra. Deve afastar os lábios vaginas na direção do fórnix posterior até encontrar resistência. Em alternativa, a amostra pode ser colhida a partir do fórnix superior durante o exame especular. A zaragatoa deve permanecer na vagina durante aproximadamente 10 a 15 segundos, de modo a absorve a secreção.
Abrir o tubo com solução e coloca-lo numa posição vertical. A amostra é imediatamente extraída ao agitar a zaragatoa vigorosamente em movimentos circulares na solução da extração durante aproximadamente, 10 segundos. Colocar pressão sobre a zaragatoa contra a parede do tubo de extração para remover o excesso de solução. Eliminar a zaragatoa. Os teste devem ser executados o mais rapidamente possível após a colheita da amostra ou, no máximo, nas 4 horas seguintes à colheitas e extração. Caso a amostra não possa ser testada dentro desse período de tempo, a mesma deve ser congelada. Após o descongelamento as amostra devem ser agitadas e testadas da seguinte forma:

Procedimento do teste e interpretação dos resultados

1. Caso o invólucro de alumínio tenha sido refrigerado, deve deixa-lo atingir temperatura ambiente. Abrir o invólucro que contém a tira. Não tocar na zona amarela que se encontra na parte inferior da tira. Os registros de identificação poderão ser escritos na parte superior da tira (zona turquesa). Usar a tira logo que seja retirada do invólucro de alumínio.
2. Mergulhar a parte inferior da tira (zona amarela) no tubo com solução e amostra e aguardar até o liquido atingir a zona de reação. Retirar a tira da solução e coloque-a na posição horizontal.
3. O resultado pode ser interpretado como positivo assim que duas linhas azuis sejam visualizadas na zona de reação. Se após 5 minutos visualizar apenas uma linha azul, o resultado é interpretado com negativo. Não considerar o aparecimento de quaisquer linhas azuis após os 5 minutos.
4. Se visualizar duas linhas azuis, a linha de teste e a linha de controle, o resultado do teste é positivo.
Caso surja apenas uma linha azul, a linha de controle, o resultado é negativo.
Se não aparecer a linha de controle o teste será considerado inválido.

Notas:
  • Os resultados do teste são qualitativos. Não deve ser feita uma interpretação quantitativa baseada nestes resultados.
  • O teste requer cerca de 150 µl de amostra para funcionar corretamente.
  • Ter cuidado ao colocar a tira no tubo da amostra. A parte superior da tira deve permanecer seca.
  • Não utilizar a tira se verificar uma coloração azul na zona de reação antes de iniciar o teste.
  • Não utilizar a tira se o seu invólucro não estiver intacto ou corretamente selado.
  • Usar apenas a zaragatoa fornecida com o kit.
  • Uma amostragem incorreta pode conduzir a um resultado falso-negativo 
  • Quando mergulhar a tira verificar se o liquido da amostra atingiu a zona de reação.
  • A linha de teste encontra-se na parte inferior da tira, enquanto que a linha de controle encontra-se na parte superior da zona de reação da tira. A visualização de uma linha de controle confirma o correto desempenho do teste.
  • Caso a linha de controle não seja visualizada, o teste é considerado inválido e deve ser repetido utilizando uma nova tira.
  • Caso não seja possível interpretar, com clareza, o resultado do teste (por exemplo, as linhas surgem manchadas ou desniveladas) é aconselhável repetir o teste com uma nova tira. 
  • Aos 5 minutos, o aparecimento de qualquer linha de teste, mesmo que azul pouco intenso acompanhada da linha de controle, indica um resultado positivo. Contudo, não se deve prestar atenção a qualquer linha que apareça após 5 minutos.
  • Um resultado Actim PROM positivo, apesar de detectar a presença de liquido amniótico na amostra não indica o local da ruptura.
  • Como em todos os testes para diagnostico, os resultados obtidos deverão estar em conformidade com a sintomatologia clinica apresentação pelo doente.
  • Todas as amostras biológica e material deverão ser manuseadas como potencialmente perigosos e eliminados de acordo com as normas locais em vigor.

BENEFÍCIOS

Fácil e rápido para realizar – não há necessidade de espéculo.
Precisão comprovada em vários estudos clínicos.
Resultados confiáveis, mesmo na presença de substâncias contaminantes.
Clinicamente provado ter mais de 95% de sensibilidade na confirmação da bolsa rota.
Não requer equipamentos de laboratório.
Pode ser armazenado em temperatura ambiente por até dois anos da data de fabricação.






Brochura em Inglês



Premature Rupture of Membranes
 

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